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09/01/2017

Eloverde e grupo de ciclistas realizam atividade em área de proteção ambiental

Dentre as muitas belezas naturais do Alto Uruguai, uma esta muito próxima ao centro de Erechim. Conhecida como Cascatinha, devido à queda d’agua no local, é uma área de proteção ambiental. E apesar de também ser propriedade particular, recebe regularmente visitantes em busca de contato com a natureza. Porém, muitos desses visitantes deixam sua marca no local. Grande quantidade de plásticos e garrafas de vidro.

Diante desse cenário de agressão a um lugar tão bonito, o grupo de ciclistas Apreciando a Natureza sugeriu uma ação de limpeza. O que prontamente foi apoiada por demais membros da Associação Pé no Pedal de Erechim, contando com material cedido pelas empresas Sementes Estrelas e Z-Brasil, com organização e logística do Instituto Eloverde.

Na tarde de sábado (7), a Cascatinha recebeu a visita de 30 pessoas motivadas em restaurar a beleza do lugar. A ação abrangeu também parte da estrada de acesso.

Enquanto dentro da área da cascata foram recolhidas embalagens de bolacha, salgados, refrigerantes, cervejas e sacolas plásticas, na estrada havia restos de automóveis, dezenas de fraldas usadas e até uma poltrona. O resultado foi o preenchimento de 56 sacos com capacidade de 50kg cada.

Para a voluntária Ligia Rosset, em suas incursões pelo interior com os demais ciclistas, observam inúmeros pontos com lixo. “Visualizar todos esses sacos de lixo contendo muito material que poderia ser reciclado, nós percebemos o quanto falta de consciência ecológica por parte da população. Participar da ação nos deu a noção do quanto há para fazer, mas temos que começar e foi gratificante”, completa.

Adicional a limpeza, foram instaladas placas em frente à cascata e na estrada de acesso, com o intuito de sensibilizar os frequentadores a não jogarem lixo no local.

“O que mais chama atenção é que as mesmas pessoas que vem até aqui aproveitar as belezas naturais são as que poluem. Diante dessa estreiteza de consciência é que se faz necessário o trabalho de educação ambiental”, destacou Maicon Sobczak, presidente do Instituto Eloverde.

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